| Test-drive: Dye NT |
![]() Primeiras ImpressõesAo primeiro toque nota-se que é um marcador extremamente confortável e compacto, sutilmente menor que uma DM9, por exemplo. Leve e com proteções em borracha que estão nos pontos cruciais para proteger as mãos. O espaço de proteção do gatilho está mais largo e permite dedilhar bem o novo gatilho estilo "critical", semelhante ao utilizado nos modelos Ironmen e DM10. Com o rotor acoplado, certamente é um dos marcadores com o perfil mais reduzido do mercado. Quem joga com as DM sabe bem o quão silenciosas elas são. No caso da NT, o som sensivelmente mais grave e diferente da DM9, deixa a desejar os que gostam de silêncio. Mas esse é apenas um detalhe quando comparado ao conjunto primoroso. ![]() Além disso, conforto e estabilidade são assegurados pela segunda geração do patenteado grip Ultralite, experimentando um ajuste de gatilho melhorado, que em nossa opnião é um dos pontos mais fortes desse novo conjunto. O trabalho do gatilho é nítidamente superior e mais acertado que na linha DM (Dye Matrix). Outro detalhe que faz a diferença no grip é o fato de não serem mais necessárias ferramentas para abertura e manutenção do frame. No fundo do frame Ultralight está a nova conexão que opera num simples acionamento, com um botão que permite um melhor desempenho na cadência de tiro com máximo conforto. ![]() Opnião FinalO trabalho realizado pela Dye nos últimos anos deve mostrar resultados logo. O marcador é muito bem concebido e tem um dos melhores acabamentos já vistos em equipamentos de ponta. Definitivamente compacta, leve e precisa. Mesmo com um som que não agradou a alguns dos nossos avaliadores (fãs da silenciosa linha DM), de forma geral o equipamento supriu muito bem as expectativas, com refinamento em cada detalhe. Mas o maior questionamento está no novo bolt, coração deste projeto ambicioso e que será colocado a prova durante os próximos meses. Por enquanto, o que podemos afirmar é que a Dye não brinca em serviço.
Comentários (14)
|
Extremamente leve e precisa. Tive a oportunidade de ser o primeiro a testar o equipamento. Meu parceiro de ataque estava precisando de um marcador a altura da sua mira...
Então Maxsteel: DM + NT = MASSACRE.
rsrsrsrs
Mas esses brinquedinhos de Jaspion... pra mim... não tem vez!!!
Gosto da minha carroça 98 (Chucky)... que quando acerto alguém... quase nunca escuto "morri!!" mas sim "AI PORR$#%#&*$#@!!!!!!"
heheheheheheheeh
Abração a todos!
Porém, agora tenho um marcador silencioso e também estou podendo curtir ataques surpresa, pois a nova criança é muito silenciosa em relação ao meu antigo marcador.
A nova NT é linda e tem um acabamento perfeito. Para quem não prioriza o silêncio, deve ser uma ótima pedida.
No que diz respeito a modalidade de cenário, estamos jogando em lugares cada vez mais fechados (como fábricas e edificações) onde os tortuosos Flatlines e os Straightlines já não fazem tanta diferença. Depois que aderi à onda dos marcadores high-end tenho a impressão que com uma "carroça" da Tippmann, acertar alguém se torna uma loteria, porque cada tiro vai pra um lado diferente (quando se está a uma distância razoável, obviamente).
Conseguir colocar "um tiro dentro do outro" foi um dos motivos que me levou a adotar uma eletrônica, sem contar com o volume de tiro absurdo, a consistência e a tecnologia embutida nestes brinquedos. O outro motivo é pratica da modalidade de speed.
Mas é assim mesmo, eu respeito sua opnião. Até porque gosto é que nem braço... tem gente que não tem. Kkkkk
Está lançada a campanha "CO2? Nunca mais! Urghhh..."
Abração, meu amigo.
Olhe por esse ângulo:
Fizemos treino dentro de locais fechados, onde as distancias não são tão grandes... e eu posso te garantir... posso não botar um tiro dentro do outro... mas numa rajadinha rapida de 3 tiros de minha Carroça 98(Chucky) eu boto todos dentro de uma cabeça.... ou mesmo de um bumbum!!! ASS SHOT!!!!!
E numa distancia maior... mesmo que meus tiros não agrupem... não tem problema... pois eu boto os caras de eletrônica pra recuar, pois os tiros deles, não me alcançam!
Não tive o prazer de ver as marcas... mas o agrupamento dos tiros foram muito distante???
Abração Negão!!!
heheheheeh
Virei pintor!!
"CO2? Nunca mais! Urghhh..."
kkkkkkkkkkkk
Sai de Maxsteel para Maxsteel Da Vinci, ou Picasso....
Maxsteel Picasso.....se não furo com um ferro...furo com o outro..rsrsrsrsrs
Maxsteel Picasso
Parece a união de "A Bela e a Fera". Vc é a Bela, claro.
Abração.
Pelo que tenho acompanhado, o paintball na Bahia tem se voltado para o Speed. Muito bacana! Sou de São Paulo e sempre visito o site de vocês. Jogo speed a 5 anos e antes eu também era fã das Tippmanns e de Woodsball, mas admito que quando experimentei o Speed mergulhei de cabeça na dinâmica dos jogos.
Pelo visto vcs estão bem atualizados. Bons equipamentos e matérias com lançamentos como essa belezinha da Dye. Muito bacana, parabéns a todos aí da Bahia. Em breve estou indo por aí, onde ficam os campos de Speed de vocês?
Valeu!
Estamos num processos de renovação e amadurecimento no paintball local. O esporte tem crescido muito aqui na Bahia. Ainda não temos um campo completamente voltado para a modalidade de speed, mas o projeto de um "campo modelo" já está em andamento.
Por enquanto vamos fazendo jogos de cenário, praticando em locais adaptados e nos familiarizando com o novo estilo e os novos equipamentos.
Abraço
Vou comprar uma pra mim aqui no Canadá e voltar com tudo no ano que vem!!
Ver essas matérias e toda a movimentação da galera me faz querer voltar com força total. Tô aqui me coçando.
Vou me organizar pra voltar aos jogos e reencontar essa galera gente boa.
Abraço pro grandalhão Maxsteel, pro atacante Japa, pro grande capitão Alê, a Netão "senhor das armas" e aos demais.
Ficamos felizes em ver o site baiano voltar a ativa com força total, com ótimas materias, novos recursos.
A Bahia deu uma reviravolta, pois me lembro em 2007 nos nossos primeiros contatos, eramos de Speed e vcs Woods de carteirinha. Hoje caminhamos para o inverso. E nao vejo como voltar a speed, pois o custo operacional é muito maior.
Quanto a questão discutida acima sobre a precisão dos tiros da Tippmann, o culpa é do CO2. Basta usar AC na 98 e verá a diferenca.
E concordo que o barulho do tiro, de certa forma, interfere psicologicamente no adversario. Eu gosto é de "papouco" alto mesmo!
Aurélio, acho que mesmo no Woods, os marcadores eletrônicos têm seu espaço. Vcs ai de Aracaju têm a prova viva disso, nosso grande Guerreiro Daniel!! Joga com eletrônica em cenário e dá um trabalho doido para os oponentes!
rssss
Eu quem o diga!!!
Nesse último SERBA tive a oportunidade de trocar tiros com ele em dois jogos... e o cara é PRó!!!!
Abração!!!!!!!